Gráficos Burti

Nascida em meados dos anos 80, a Burti surge em uma época que o mercado produzia fotos foscas, chapadas e sem movimento. Há mais de vinte anos, a empresa importou equipamentos dos Estados Unidos, as estações Scitex e iniciou uma série de experiências que durou meses. Nascia, junto com a Burti, imagens vivas. A empresa lança, em 1986, a revista Pirelli, um inovador projeto gráfico de Roberto Cipolla – que trazia pela primeira vez o preto fosco e o verniz de reserva. Era o início da revolução da indústria gráfica brasileira.

 

De forma inovadora, também foi a Burti a primeira a trazer um Macintosh ao País. Em 1992, a empresa lança a primeira rede de transmissão de dados do Brasil, a Transburti. No mesmo ano instalou uma torre de transmissão de 45 metros na Avenida Paulista, com as cores do arco-íris. Naquela época, a Transburti utilizava banda larga, um sistema que só iria ser usado pelo mercado quase uma década mais tarde.

 

Em 1997, a Burti criou a primeira empresa voltada ao tratamento, manipulação e finalização digital de imagens do País: a Casa do Vaticano.Com equipamentos de última geração e profissionais altamente especializados, a Casa do Vaticano formou os primeiros profissionais de finalização do mercado. Em pouco tempo, tornou-se referência e hoje é reconhecida pelo seu perfeccionismo e sua obsessão pela qualidade.

 

A Gráficos Burti foi a primeira na América Latina e a terceira no mundo a adquirir uma impressora Speedmaster CD 6 cores, com secagem a nitrogênio e UV (raios ultra-violetas). Essa máquina permite imprimir em acetatos, plásticos, papéis metalizados e até materiais sintéticos. Em 2001 a Burti lança a revista Casa do Vaticano, uma espécie de campo de testes onde a empresa mostra todas novidades ao mercado. A revista está na oitava edição.


 

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